GRUPO DE TEATRO PALHA DE ABRANTES
A CAIXA
de PRISTA MONTEIRO
encenação de HELENA BANDOS

21:30
ABRANTES
CINE TEATRO S. PEDRO

Toda a peça se passa num típico bairro de Lisboa. Nesse Bairro vive um Cego, o qual sobrevive das esmolas recolhidas diariamente pelas ruas da cidade. Para além das esmolas serem a sua única fonte de alimento, ainda tem que as redistribuir por uma filha e por um genro. A filha para além de se ocupar das tarefas domésticas ainda engoma roupa para fora, enquanto o marido é um marginal desempregado, tal como os seus amigos, vive à custa da caixa do Cego. Até que um dia a caixa é roubada, tal como já tinha acontecido há uns tempos atrás. Motivo suficiente para que haja um grande conflito que acaba em tragédia.

A peça mostra a forma como certas pessoas ganham o pão de cada dia, fazendo das esmolas a única fonte de sobrevivência da família. Por um lado é o dramatismo destes corpos que se arrastam entre a enorme massa de gente anónima a pedir, e por outro lado, é o descortinar de uma realidade social nem sempre vista.


Ficha Técnica
Tasqueiro Ruben Pires
Guarda nocturno Joao Courinha
Velha Rita Nazaré
Filha Ana Jael
Cego José Luis Moreira
Neto Diogo Tomaz
Vendedeira Susana Esteves
Aleijado Joao Courinha
Moça Sara Cristóvão
Genro Luis Antunes
Grávida Eduarda Pereira
Amigo Rui Esteves
1º Homem André Alguém
2º Homem Luis Carouco
3º Homem José Carlos Jacinto
Amigo do neto Thomas Matafome
1º Maqueiro Vitor Mendes
2º Maqueiro Jose Carlos Jacinto
   
Encenação Helena Bandos
Contra- Regras Rosa Durão e Alexandra Pereira
Luminotecnia Jorge Cardoso e Carlos Branco
Sonoplastia Mauro Moura
Caracterização José Luis Moreira
Cenarios Carlos Sousa
Design 1bigo.com
Costureira Manuela Coelho



APOIOS

CM ABRANTES
STI Tec
ANTENA LIVRE
INATEL

 
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