Antero de Quental, personagem marcante da Geração de 70, deu um notável contributo para a cultura portuguesa. Pôr em cena uma vida que é, simultaneamente, um drama pessoal, um testemunho de uma época histórica e um exemplo de um veemente desejo pela eternidade, é uma forma de prestar homenagem a uma figura ímpar da História. É esta odisseia espiritual que merece ser recordada, dramatizando o pensamento e a sensibilidade de alguém que foi capaz de viver intensamente, porque intensamente pensou, agiu e se despediu do mundo.
FICHA TÉCNICA
Encenação: Helena Bandos
Personagens e Intérpretes
Antero - Luís Antunes
Margarida- Julita Silvestre
Castilho- José Moreira
Via-Láctea- Inês Percheiro
Cenografia e Figurinos: José Moreira e Susana Chambel
Costureira: Manuela Coelho
Construção de Cenários: Carlos Sousa - STI
Sonoplastia: José Bandos
Luz: Gonçalo Marques e Mariana Sousa
Design: www.1bigo.com
José Manuel Heleno
José Manuel Heleno nasceu em Abrantes, em 1957. Em 1980 licenciou-se em Filosofia pela Faculdade de Letras de Lisboa e iniciou a carreira profissional de docente no ensino secundário. Na década de noventa inicia o mestrado e o doutoramento em Filosofia, este último com uma tese intitulada Hermenêutica e Ontologia em Paul Ricoeur (defendida em Janeiro de 2000 na Faculdade de Letras de Lisboa).
Data de 1985 a sua primeira novela, "Alguém que não Conheci", publicando posteriormente, entre outras, "A Morte do Filósofo" (1995) e "Atentado ao Pudor" (1998). As suas publicações mais recentes são ensaísticas: "Fascínio e Perturbação" (Editora Fim de Século, Lisboa, 2003) e "Identidade Pessoal" (Instituto Piaget, Lisboa, 2003). Lecciona actualmente em Abrantes, na Escola Secundária Dr. Solano de Abreu e na Escola Superior de Tecnologia, no Instituto Superior de Línguas e Administração em Santarém.
APOIOS:
Câmara Municipal de Abrantes
Seguros Allianz Portugal
Junta de Freguesia de S. Vicente
STI - Sistemas e Técnicas Industriais, Lda.
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