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"A BRUXINHA QUE ERA BOA"

de Maria Clara Machado

A peça teatral "A Bruxinha que era Boa", de Maria Clara Machado inverte uma situação esperada e põe em cena uma bruxinha que se nega a fazer maldades, despertando a ira do Bruxo Chefe e das suas amigas bruxinhas. Esta peça leva-nos a acreditar e reflectir sobre:
"Cuidar, amar e preservar o corpo é uma necessidade do homem"
"Cuidar, amar e preservar o Meio Ambiente constituem uma obrigação que todos devemos assumir".

 

"A BRUXINHA" vista pelas crianças

Escola B.M. 807 - Carreira do Mato

Escola B.M. Martinchel

Escola António Torrado - Abrantes

FICHA TÉCNICA

"A Bruxinha que era boa" - de Maria Clara Machado

Encenação: Helena Bandos

Intérpretes: Ana Dias, Carolina Ferreira, Daniel, Francisco Goulão, Inês Pais, Joana Rodrigues, Joana Tremoço, João Courinha, Julita Silvestre, Mónica Silvério, Vera Soares

Assistente de encenação: Ana Marisa Fernandes
Produção: Eurico Sousa, Ana Marisa Fernandes
Carpinteiro: José Matos
Cenografia: Colectivo
Figurinos: Colectivo
Desenho de Luz: Mariana Sousa, Gonçalo
Recolha e Montagem de Música: José Bandos
Operador de Som: Rui Durão
Operador de Luz: Mariana Sousa, Gonçalo
Apoios: Câmara Municipal de Abrantes

Breve Biografia de Maria Clara Machado (1921-2001)

Autora de clássicos do teatro infantil brasileiro, Maria Clara Machado ficou famosa também como directora e formadora de novos talentos na sua escola de teatro O Tablado, no Rio de Janeiro. Maria Clara Machado nasceu em Belo Horizonte MG em 1921. Filha do escritor Aníbal Machado, foi criada no bairro carioca de Ipanema, no ambiente literário das "domingueiras" promovidas pelo pai e frequentadas por artistas e intelectuais. Estudou teatro em Paris e Londres e, de volta ao Rio, fundou o grupo experimental O Tablado (1952). Em 1956 lançou a revista Cadernos de Teatro. Entre as suas peças e montagens de maior sucesso destacam-se Pluft, o fantasminha (1955), que fala do medo de crescer e de enfrentar a vida, e O cavalinho azul (1960), a bem-sucedida aventura do menino Vicente em busca do cavalo de seus sonhos. Como actriz, Maria Clara Machado actuou em montagens importantes na juventude, como O diálogo das carmelitas (1955), mas só retornou ao palco em 1981, no papel principal de "Ensina-me a viver", peça baseada em Harold and Maude, de Collin Higgins. No cinema viveu "a velha que viu" no filme "O cavalinho azul" (1984), de Eduardo Escorel.