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A CAIXA
Toda a peça se passa num típico bairro de Lisboa. Nesse Bairro vive um Cego, o qual sobrevive das esmolas recolhidas diariamente pelas ruas da cidade. Para além das esmolas serem a sua única fonte de alimento, ainda tem que as redistribuir por uma filha e por um genro. A filha para além de se ocupar das tarefas domésticas ainda engoma roupa para fora, enquanto o marido é um marginal desempregado, tal como os seus amigos, vive à custa da caixa do Cego.
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2.ª MOSTRA DE TEATRO DE ABRANTES
O ano de 2008 tem para o Grupo de Teatro Palha de Abrantes um sabor especial: comemoramos 10 anos a fazer teatro ininterruptamente em Abrantes e organizamos a II Mostra de Teatro, um evento que já marca o panorama cultural do nosso Concelho.
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OLHARES E IMPULSOS
Com textos, concepção e encenação de Ana Jael Gonçalves, a peça pretende “olhar e ouvir os silêncios da adolescência”. A acção desenrola-se sob a forma de histórias curtas, contadas na primeira pessoa, que retratam a etapa conturbada da adolescência.
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A PREGUIÇA
A Preguiça retrata uma comunidade rural onde vivia uma aldeã dorminhoca, feia, gorda e roliça que não gostava de trabalhar e tinha por nome – Preguiça.
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200 Anos das Invasões Francesas
Evocação dos 200 anos da chegada das tropas francesas à então vila de Abrantes.
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O CANTEIRO VAIDOSO
Num jardim habitado por vários seres, um canteiro, feito de tijolos, torna-se o centro de todas as atenções pela vaidade com que ostenta a sua beleza e pelo desprezo por todos os outros “habitantes” do jardim, que deseja ver longe dele.
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A COMÉDIA DA MARMITA
O pobre Euclião encontra uma marmita cheia de ouro, esconde-a e aferra-se a ela; passa a desconfiar de tudo e de todos. Entretanto, não se apercebe que Fedra, a sua filha, está grávida de Licónides e Megadoro, vizinho rico, pede sua mão.
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1ªMOSTRA DE TEATRO DE ABRANTES
Organizar a I Mostra de Teatro de Abrantes era uma vontade que o Grupo de Teatro Palha de Abrantes há muito tempo acalentava. A oportunidade surgiu e não a deixámos fugir. Para esta Mostra decidimos convidar diferentes grupos de teatro amador, com um estilo artístico e género teatral também diverso.
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JOÃO & GUIDA
João e Guida são dois jovens irmãos que se aventuram a percorrer uma floresta, em busca de comida e fortuna, por força das dificuldades económicas dos pais, que se viram obrigados a expulsar os filhos de casa por não terem o que lhes dar de comer. Mas é mesmo no meio das dificuldades que se conhece quem tem coragem, e João e Guida são mesmo pequenos grandes heróis!
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UMA NOITE COM TCHEKOV
O Urso
Elena Ivanovna, viúva há sete meses, leva uma vida de recolhimento e de solidão, procurando fazer da sua casa um espaço semelhante ao do túmulo onde se encontra o tão amado marido.
Um Pedido de Casamento
Quando Ivan Vassilyevitch se dirige a casa do “respeitável” Stepan Stepanovitch, para pedir a mão da desejada Natalya Stepanovna...
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ANTERO
Últimos dias de Antero de Quental em Vila do Conde, onde a abordagem fenomenológica faz com que o escritor regrida aos seus tempos de estudante e efectue uma abordagem crítica à sua vivência com Margarida, António Feliciano de Castilho e quantos mais tiveram a ventura ou desventura de com ele terem partilhado este mundo que é o nosso.
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A MENINA FEIA
Ao responder a um anúncio para secretária numa firma que fica mesmo em frente ao edifício onde trabalha, Gilberta pretende algo muito mais importante do que um novo emprego... Esta "menina feia" de aparência, esconde no seu interior, um valioso tesouro de sensibilidade, feito de encantos prontos a despertar e de uma capacidade de amar deveras comovente.
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O RAPAZ DE BRONZE
Na Terra dos Sonhos, há um jardim muito especial, composto pelas mais variadas flores (gladíolos, orquídeas, begónias, cravos, rosas, tulipas, entre muitas, muitas outras) e onde se destaca uma estátua com um rapaz de bronze.
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"CHAME-SE JOSÉ ALBERTO MARQUES - 40 ANOS DE POESIA "
Há terras que escolhem os seus poetas.
José-Alberto Marques, nascido torrejano, foi escolhido por Abrantes. Mergulhou nas suas origens, conversou com Zahara, perscrutou-lhe os seus segredos, caminhou ao acaso pelas ruas, observou e sentiu de perto o bater do coração desta gente de semblante de sombra que as habita. Experimentou as coisas, o corpo, a terra, a vida, o amor, sobretudo o amor, e fundiu tudo numa voz plástica, feita de dissonâncias, (re)descobertas, invenções, provocações...
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PASSAPORTE
25 de Abril de 2004 - O 25 de Abril faz hoje 30 anos.
Como em qualquer festa de aniversário, dominam-nos sentimentos de alegria e de festejo em torno do aniversariante, esse dia emblemático que mudou, para sempre, o rumo do nosso país.
No mesmo dia em que nasceu, foi baptizado com cravos para que nunca nos esquecêssemos que a flor da liberdade cresce em cada um de nós e viça, em todo o esplendor, sempre que a regamos com determinação e irreverência na defesa de causas que possam trazer maior justiça a um mundo ainda não enfermo de desigualdades...
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MON CHÉRI
Mon Chéri é uma peça de teatro que nos fala da doçura da vida. No entanto, se cada um de nós procura saboreá-la, fazendo disso a sua felicidade, damo-nos conta que tal não é possível sem que intervenham a maturidade pessoal e o acaso.
As pessoas desfilam pelo palco à procura de si mesmas, tentando descobrir uma narrativa que se ajuste ao que foram e ao que são. Mais do que saber psicologia, o que conta é a experiência e a capacidade de prestar atenção àquilo que a vida nos vai oferecendo.
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MADRUGADA REDENTORA
À esquerda a cama intacta, apesar da madrugada vir a romper. Por cima da cabeceira a imagem de uma Virgem, e , ao lado, uma estante de livros. Ao fundo pende de um cabide a capa e a batina, junto de uma janela, que abre para a cerca. Ainda à esquerda e aos pés do leito, a porta que dá para o corredor. À direita duas cadeiras e uma mesa e um tinteiro, livros, e um candeeiro amarelo, alimentado de azeite, que ilumina o quarto com uma luz mortiça e triste.
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A BRUXINHA QUE ERA BOA
A peça teatral "A Bruxinha que era Boa", de Maria Clara Machado inverte uma situação esperada e põe em cena uma bruxinha que se nega a fazer maldades, despertando a ira do Bruxo Chefe e das suas amigas bruxinhas.
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A SAPATEIRA PRODIGIOSA
A peça retrata os amores e desamores de uma sapateira de 18 anos que se encontra casada com um sapateiro de 50 anos. A infelicidade da jovem mulher, que é forte, impertinente e lutadora, atrai as atenções dos jovens galãs da aldeia, aos quais ela dá uma atenção comedida, facto que irrita profundamente o pobre sapateiro.
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"C' EST TRISTE LA VIE DE L' ARTISTE"
Realização de uma "performance", no âmbito de uma retrospectiva da obra de Mário Cordeiro, poeta, pintor e desenhador de Abrantes.
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25 DE ABRIL - RECRIAÇÃO DA TOMADA DE PODER DO MFA
Recriação da Revolução de 25 Abril de 1974, leitura de textos alusivos a esta data, reprodução dos comunicados emitidos pelo movimento das forças armadas.
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RESTOS
Bernardo Santareno, um dos grandes dramaturgos do Séc. XX português, em "Restos", trabalho que faz parte de uma trilogia, a sua última obra escrita em 1979, "Os Marginais e a Revolução", retracta os ambientes humanos, sociais e políticos da época, de uma forma crua. Faz uma crítica contudente e mordaz, não poupando ninguém.
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O VELHO CIUMENTO
Este é um dos oito entremezes de Cervantes, escritos entre 1610 e 1612, para denunciar preconceitos e tiques sociais em quadros de costumes fortemente delineados, assentes na contradição entre e ser e o parecer, e numa palavra curta e incisiva que se tornaria uma das matrizes do teatro europeu.
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